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	<title>Dolemes &#124; Pesquisa Acadêmica &#124; Docência em Jogos Digitais &#187; Entrevista</title>
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	<description>Pesquisa Acadêmica &#124; Docência em Jogos Digitais</description>
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		<title>Entrevista para o programa Artefato da TV Unesp</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 11:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://www.dolemes.org/wp-content/uploads/2011/11/dolemes_tvunesp_600.jpg"></a></p> <p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dolemes.org/wp-content/uploads/2011/11/dolemes_tvunesp_600.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-282" title="dolemes_tvunesp_600" src="http://www.dolemes.org/wp-content/uploads/2011/11/dolemes_tvunesp_600.jpg" alt="" width="600" height="344" /></a></p>
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		<title>Treinamento em consoles</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 13:11:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Entrevista concedida a Gisele Federicce da Brasil 247. <a href="http://www.brasil247.com.br/pt/247/gamesapp/1289/Treinamento-em-consoles.htm">Leia a matéria completa aqui</a>.</p> <p>1 &#8211; Conforme afirmei anteriormente, o piloto Jacques Villeneuve já relatou ter praticado suas corridas em circuitos de videogame. Felipe Massa já fez o mesmo, citando que utilizou o módulo difícil em seu PS3 e que, por isso, estava seguro em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista concedida a Gisele Federicce da Brasil 247. <a href="http://www.brasil247.com.br/pt/247/gamesapp/1289/Treinamento-em-consoles.htm">Leia a matéria completa aqui</a>.</p>
<p><strong>1 &#8211; Conforme afirmei anteriormente, o piloto Jacques Villeneuve já relatou ter praticado suas corridas em circuitos de videogame. Felipe Massa já fez o mesmo, citando que utilizou o módulo difícil em seu PS3 e que, por isso, estava seguro em relação ao circuito que correria. Desde quando você tem conhecimento de que esse tipo de treino virtual acontece?</strong><br />
R: A simulação está presente em treinamentos há muito tempo. É amplamente usado nas forças armadas para treinos dos mais diversos. No final da década de 1970 e começo de 1980, época em que o Apple II era o computador padrão da sociedade, já existiam versões não muito sofisticadas de simuladores de vôo. Com o crescimento da capacidade de processamento gráfico nos anos seguintes, surgiram então os videogames atuais, que utilizam tecnologias herdadas dos simuladores.</p>
<p>Os jogos de corrida são uma extensão destes treinamentos. Além de seus circuitos serem projetos de forma quase fiel a realidade, os atuais recursos de câmera dos jogos fazem com que os pilotos sintam-se dentro do cockpit. Usando um videogame para treinar, Villeneuve estava apenas registrando em sua memória todos os pontos do circuito. Ao pilotar de forma real na pista, os pontos já estavam registrados.</p>
<p><strong>2 &#8211; Estes treinos em circuitos virtuais tem relação com a maior realidade dos games de hoje?</strong><br />
R: A Marinha do Brasil montou um simulador de voo na Escola Naval e adaptou o software / jogo da Microsoft, o Flight Simulator 2004 e obteve muito sucesso. O simulador foi montado em uma carcaça de helicóptero com seus controles ligados ao computador.</p>
<p><strong>3 &#8211; Qual seria um console (e um game) divisor de águas em questão de jogos de corrida?</strong><br />
R: O jogo que foi um divisor de águas em jogos de corrida foi o Super Mônaco GP, lançado em 1989 pela Sega. A jogo reproduzia apenas uma única corrida, mas me lembro da época de uma reportagem que citou que algum piloto treinou usando este jogo. Mais informações você encontra aqui: <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Super_Monaco_GP">http://pt.wikipedia.org/wiki/Super_Monaco_GP</a> </p>
<p><strong>4 &#8211; Você acredita que o videogame tem influenciado garotos novos a seguirem com a profissão de piloto?</strong><br />
R: Os videogames podem influeciar de várias formas, pois não existem apenas jogos de corrida. Além do mais, está é uma profissão cara. Não tenho uma resposta clara para esta pergunta. Contudo, é possível.</p>
<p><strong> 5 &#8211; Já conversou com algum piloto sobre o assunto ou se deparou com alguma história na Universidade que tenha relação com o tema?</strong><br />
R: Infelizmente não.</p>
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		<title>Potencialidades dos games</title>
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		<pubDate>Wed, 25 May 2011 12:44:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Entrevista concedida por e-mail para Hebert Diniz Azevedo de Araujo da Revista Zero Zero, das Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA).</p> <p>1 &#8211; Quais as potencialidades (os prós e os contras) que as tecnologias da informação, mais precisamente os vídeo games, podem oferecer ao homem?<br /> R: Vejo que os jogos podem ajudar no desenvolvimento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista concedida por e-mail para Hebert Diniz Azevedo de Araujo da Revista Zero Zero, das Faculdades Integradas Hélio Alonso (FACHA).</p>
<p><strong>1 &#8211; Quais as potencialidades (os prós e os contras) que as tecnologias da informação, mais precisamente os vídeo games, podem oferecer ao homem?</strong><br />
R: Vejo que os jogos podem ajudar no desenvolvimento de habilidades como: trabalho em equipe, raciocínio, noção espacial e senso de direção.</p>
<p><strong>2 &#8211; Você acredita no potencial dos games como plataforma de aprendizagem? Por quê?</strong><br />
R: Os games possuem um potencial natural para o ensino e a aprendizagem, basta os professores entenderem este potencial e usá-lo em sala de aula. Um exemplo simples: imagine uma aula sobre a Segunda Guerra Mundial, mais especificamente sobre o Dia D, o desembarque das tropas aliadas na Normandia.</p>
<p>O professor pode explicar detalhadamente este fato, pode ilustrar com imagens e cenas de filmes e terminar a aula com os alunos jogando o fase de Omaha Beach de Battlefiled 1942.</p>
<p><strong>3 &#8211; Você acredita que o hábito de jogar vídeo games pode atrapalhar o processo de socialização dos jovens, no seu relacionamento com familiares e amigos? Por quê?</strong><br />
R: O hábito de jogar videogame não atrapalha em nada o processo de socialização e nem o relacionamento familiar dos jovens. Agora, o jogar em excesso pode atrapalhar não só o processo de socialização como também prejudicar a saúde do jogador. É aquele velho ditado: tudo em excesso faz mal.</p>
<p><strong>4 &#8211; Quanto ao ambiente de trabalho, o hábito de jogar vídeo game pode provocar algum tipo de interferência na produtividade de um funcionário?</strong><br />
R: Não tenho informações de empresas &#8220;tradicionais&#8221; que permitam os funcionários jogarem em ambiente de trabalho, contudo, em muitas empresas de alta tecnologia, existem áreas de entretenimento com videogames.  Existem também os jogos de treinamento, utilizados por muitas empresas. Fora estas situações, jogar durante o período de trabalho pode atrapalhar muito a produtividade de um funcionário.</p>
<p><strong>5 &#8211; E quanto a saúde, o hábito de jogar vídeo game pode provocar algum tipo de alteração no estado de saúde de um indivíduo?</strong><br />
R: Existem relatos, principalmente vindos da Ásia, mais especificamente da Coréia, onde jogares passam longas horas jogando e o excesso de atividade mental, juntamente com o esgotamento físico, causa a morte do jogador. De tempos em tempos essas notícias tomam a grande mídia. Novamente, tudo o que é demais, faz mal.</p>
<p><strong>6 &#8211; De maneira geral, que tipo de mudança você acredita que o advento dos vídeo games trouxe para o comportamento humano?</strong><br />
R: O filósofo Johan Huzinga, na década de 1930, afirmou que o jogo é inerente ao comportamento humano. O ser humano é um ser que joga. Os videogames são apenas uma extensão deste comportamento.</p>
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		<title>Entrevistas&#8230;</title>
		<link>http://www.dolemes.org/2010/10/13/entrevistas/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 22:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Recentemente concedi uma entrevista a Fernanda Guerzoni, que coordena uma rede de blogs em Madri, Espanha, e dentre estes blogs, um especializado em games. Demorei um pouco para responder ao e-mail, mas consegui responder.</p> <p>Você poderá ler a entrevista na coluna In Games aqui no <a href="http://www.onne.com.br/materias/teen/14549/in_games" target="_blank">Portal Onne </a>ou aqui no <a href="http://www.ingames.com.br/entrevistas/entrevista-com-david-de-oliveira-lemes-criador-do-game-reporter/" target="_blank">blog [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente concedi uma entrevista a Fernanda Guerzoni, que coordena uma rede de blogs em Madri, Espanha, e dentre estes blogs, um especializado em games. Demorei um pouco para responder ao e-mail, mas consegui responder.</p>
<p>Você poderá ler a entrevista na coluna In Games aqui no <a href="http://www.onne.com.br/materias/teen/14549/in_games" target="_blank">Portal Onne </a>ou aqui no <a href="http://www.ingames.com.br/entrevistas/entrevista-com-david-de-oliveira-lemes-criador-do-game-reporter/" target="_blank">blog InGames</a>. Se gostar, conte aqui.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Games no Jornal da Gazeta &#124; TV Gazeta</title>
		<link>http://www.dolemes.org/2010/05/12/games-no-jornal-da-gazeta-tv-gazeta/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 23:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Um negócio que surgiu com a brincadeira. O mercado de games cresce, e o Brasil já exporta um jogo eletrônico 100% nacional.</p> <p></p>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um negócio que surgiu com a brincadeira. O mercado de games cresce, e o Brasil já exporta um jogo eletrônico 100% nacional.</p>
<p><object width="430" height="325"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/I1xiheMGFvo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/I1xiheMGFvo&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="430" height="325"></embed></object></p>
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		<title>Entrevista: a evolução dos games</title>
		<link>http://www.dolemes.org/2010/05/09/entrevista-a-evolucao-dos-games/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 20:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa Acadêmica]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Entrevista concedida a Suzana Sakai para a <a href="http://www.zashi.com.br/" target="_blank">Revista Zashi</a> em novembro de 2008. Serviu para a matéria A evolução dos games, que <a href="http://www.dolemes.org/a evolucao dos games.pdf" target="_blank">pode ser lida aqui</a>.</p> <p>1) Em que década surgiram os primeiros consoles e como eram os jogos desenvolvidos para eles?<br /> Os consoles comercias, como conhecemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista concedida a Suzana Sakai para a <a href="http://www.zashi.com.br/" target="_blank">Revista Zashi</a> em novembro de 2008. Serviu para a matéria <strong>A evolução dos games</strong>, que <a href="http://www.dolemes.org/a evolucao dos games.pdf" target="_blank">pode ser lida aqui</a>.</p>
<p><strong>1) Em que década surgiram os primeiros consoles e como eram os jogos desenvolvidos para eles?</strong><br />
Os consoles comercias, como conhecemos hoje, surgiram no final dos anos 60 / começo dos 70 e atingiram seu apogeu em 1977, com o lançamento do primeiro Atari VCS, que se popularizou como Atari 2600.</p>
<p>Até 1983 este modelo tinha vendido mais de 8 milhões de unidades. No começo da história, o desenvolvimente de games era feito, na maioria das vezes por uma única pessoa. Era um verdadeiro time de um homem só.Com o avanço tecnológico, a capacidade de processamento dos máquinas e os investimentos na indústria, as equipes de desenvolvimento foram aumentando e hoje, não é raro que equipes de desenvolvimento de jogos sejam tão grandes quanto equipes de produção de um filme de Hollywood.</p>
<p><strong>2) Quais são as principais diferenças entre os jogos produzidos por empresas desenvolvedoras ocidentais e aqueles produzidos por empresas desenvolvedoras orientais?</strong><br />
Hoje em dia não vejo uma grande diferença entre ocidentais e orientais no quesito desenvolvimento de games, pois as tendências se espalham muito rápido. No passado, jogos japoneses valorizavam primeiro a história e depois a ação. Isso virou uma tendência na indústria depois de algum tempo.</p>
<p>Em um outro momento, os jogos online, como os MMORPG domiram o oriente e depois o ocidente. O que dá para perceber é que, em muitas ocasiões, o ocidente cria a tendência mundial no mundo dos games.</p>
<p><strong>3) O videogame surgiu com o Atari, nos Estados Unidos. No entanto, com o passar do tempo, o Japão tornou-se o principal desenvolvedor de consoles e games. Na sua opinião, que fatores favoreceram o desenvolvimento de jogos no Japão?</strong><br />
O fator supresa na indústria de games foi o surgimento da Nintendo. A centenária empresa já trabalhava com jogos (comercializa baralhos e outros jogos analógicos) e em um determinado momento de sua história, resolveu que era hora de migrar para este novo mundo que estava surgindo, ou seja, os dos jogos digitais. Nos anos 80, após o grande boom da Atari, o mercado Americano dava como certa a morte do videogame em função de sucessivos fracassos da empresa (entenda-se aqui jogos muito ruins).</p>
<p>Quando a Nintendo aportou na America, com seu console que ninguém conhecia e com bons jogos, como Mario e Zelda, a indústria do videogame renasceu. A indústria de desenvolvimento de jogos no Japão nasceu nivelada por cima, ou seja, vendo as criações de Shigeru Miyamoto (Mario e Zelda) fazendo sucesso por todo o mundo.</p>
<p>Quando outras empresas começaram a entrar no negócio de games, o natural era tentarem superar as criações da Nintendo e assim, criou-se uma onde de desenvolvimento de alto nível no Japão.</p>
<p><strong>4) Você acredita que, nos próximos anos, o Japão possa perder esse posto de principal desenvolvedor de games? Por quê?</strong><br />
Em função da atual crise mundial, não dá para prever isso, contudo, alguns fatos podem ser analisados. A Electronic Arts anunciou que diminuirá sua força de trabalho nos próximos meses. Por outro lado, a indústria de games já fatura mais que a de cinema há tempos e no Reino Unido, já é a principal indústria de entretenimendo do país.</p>
<p>O Japão é uma grande potência na área de desenvolvimento de games e vejo que este posto durará por muito tempo.</p>
<p><strong>5) Como desenvolvedor, qual é o primeiro aspecto que você analisa na hora de desenvolver um game?</strong><br />
Antes de começar a desenvolver um game, o principal a ser analisado é o publico para qual ele se destina e qual plataforma irá rodar. No Brasil, é muito comum desenvolver games para publicidade, em Adobe Flash, para rodar direto da Internet.</p>
<p>Nestes casos, ter conhecimento do público alvo é fundamental. Em qualquer situação, é o público-alvo que determina todos os aspectos do game.</p>
<p><strong>6) Na sua opinião, quais foram jogos marcaram a história dos games e por quê?</strong><br />
Pitffal foi um grande marco. Desenvolvido para Atari 2600 por um único desenvolvedor, o lendário David Crane, marcou época e seu estilo é copiado até hoje. Os sucessos construídos por Crane deram origem a Activision. Mario e Zelda são marcos por mudar o paradigma de jogo e colocando o história como ponto central da trama (obra do grande Shigeru Miyamoto).</p>
<p>A série Final Fantasy marcou época no passado e continua até hoje. Eu não poderia deixar de fora a séria Halo da Microsoft, que combina muita ação, ficção científica e uma trama bem costurada.</p>
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		<title>Sob Controle: documentário interativo</title>
		<link>http://www.dolemes.org/2010/05/09/sob-controle-documentario-interativo/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 May 2010 19:22:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Conteúdo]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>No final de 2009 fui entrevistado para projeto Sob Controle, um documentário no qual o espectador tem a liberdade de escolher o que vai assistir. </p> <p>De uma forma fácil e divertida, é possível navergar pelo conteúdo sem precisar esperar a todos entrevistados responderem para chegar até a informação que você precisa. Abaixo está o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No final de 2009 fui entrevistado para  projeto Sob Controle, um documentário no qual o espectador tem a liberdade  de escolher o que vai assistir. </p>
<p>De uma forma fácil e divertida, é possível navergar pelo conteúdo sem precisar esperar a todos entrevistados responderem para chegar até a informação que você precisa. Abaixo está o documentário completo e logo em seguida, as minhas respostas à entrevista.<br />
<center><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/9WM41riVQas&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/9WM41riVQas&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br />
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</center><br />
<br />
<center><br />
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</center><br />
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<center><br />
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</center><br />
<br />
<center><br />
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</center><br />
<br />
<center><br />
<object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/wG5Mi4Vevtc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/wG5Mi4Vevtc&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object><br />
</center></p>
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		<title>Entrevista para o blog da Taxi Labs</title>
		<link>http://www.dolemes.org/2010/02/14/entrevista-para-o-blog-da-taxi-labs/</link>
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		<pubDate>Sun, 14 Feb 2010 22:24:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Há alguns meses (não muitos) eu concedi uma breve entrevista por e-mail para o blog da <a href="http://blog.taxilabs.com.br/" target="_blank">Taxi Labs</a>. Hoje voltei lá para pegar o link e o conteúdo sumiu. O pessoal deve ter atualizado o site, instalado um WordPress novo e mataram o conteúdo antigo. Tudo bem, reproduzo aqui o que disse lá.</p> [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns meses (não muitos) eu concedi uma breve entrevista por e-mail para o blog da <a href="http://blog.taxilabs.com.br/" target="_blank">Taxi Labs</a>. Hoje voltei lá para pegar o link e o conteúdo sumiu. O pessoal deve ter atualizado o site, instalado um WordPress novo e mataram o conteúdo antigo. Tudo bem, reproduzo aqui o que disse lá.</p>
<p>O título que deram ao post era assim: <strong><br />
Dolemes, pioneiro em blog de games no Brasil</strong></p>
<p>As perguntas, que foram feitas na ocasião por Pedro Araújo, seguem relacionadas abaixo jutamente com as minhas respostas.<strong><br />
</strong></p>
<p><strong>1 &#8211; Como foi a criação do GameReporter? O que te levou a criar um blog sobre o assunto e sustentá-lo durante anos? Conte-nos detalhes de suas criações na internet.</strong><br />
O GameReporter nasceu quando eu era o editor do AOL Games, o portal de games da AOL no Brasil. Eu trabalhei com games na AOL de 1999 até 2006. Com o fechamento da empresa no Brasil, o nascimento do GameReporter foi quase que natural, tendo em vista que eu não queria parar o trabalho que vinha fazendo. Eu criei o blog e continuo mantendo-o até hoje pois gosto muito e estudo academicamente o assunto, ou seja, games.<strong> </strong></p>
<p><strong>2 &#8211; Como você relaciona games com jornalismo? Como surgiu teu gosto pela área?</strong><br />
Games é mais uma área do jornalismo, assim como o jornalismo esportivo, econômico, cultural&#8230; e o jornalismo está diretamente relacionado com games quando o assunto é notícias sobre o meio, análises e críticas. O crítico de games será comparado ao crítico de cinema no futuro.</p>
<div><strong>3 &#8211; O que você acha da atual indústria de videogames brasileira? O que foi conquistado nos últimos meses e anos? O que nos falta?</strong><br />
A indústria brasileira de games está em pleno desenvolvimento. Existe ainda muitas conquistas para quem se aventura a trabalhar com games no Brasil, mas existem também muitos casos de sucesso, como a TechFront, Aquiris, TecToy Digital&#8230; o lado bom de tudo isso é que as grandes empresas já começaram a colocar o pé no Brasil, como é o caso da Ubisoft. Creio que nos falta ainda um amadurecimento do mercado&#8230; mas estamos caminhando bem. Hoje já existem diversos cursos de graduação em games e tenho plena certeza que é na universidade que nascerão muitas coisas boas.</div>
<div><strong><br />
4 &#8211; Pra encerrar: além de blogueiro, jornalista e gamer, você também é ilustrador. Qual é a arte conceitual que você mais gosta nos games?</strong><br />
Eu gosto de design e arte como um todo. Também sou professor universitário e leciono no curso de Jogos Digitais da PUC-SP. Eu sou muito fã o concept art game God of War. É verdadeiramente uma obra de arte.</div>
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		<title>O designer de interfaces…</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 12:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Entrevista concedida ao <a href="http://planetagamer.wordpress.com/2009/11/17/o-designer-de-interfaces-4/" target="_blank">blog Planeta Gamer</a>, de Sabrina Carmona.</p> <p>1 ) O que é necessário para um gamer se tornar um profissional na área de games?<br /> Estudar, estudar e estudar. É preciso conhecer o processo de produção de um jogo, desde o roteiro, passando pelo 3D e programação, até sua finalização em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Entrevista concedida ao <a href="http://planetagamer.wordpress.com/2009/11/17/o-designer-de-interfaces-4/" target="_blank">blog Planeta Gamer</a>, de Sabrina Carmona.</p>
<p><strong>1 ) O que é necessário para um gamer se tornar um profissional na área de games?</strong><br />
Estudar, estudar e estudar. É preciso conhecer o processo de produção de um jogo, desde o roteiro, passando pelo 3D e programação, até sua finalização em uma engine de primeira linha. Tudo isso pode ser aprendendido em um bom curso de graduação em games.</p>
<p><strong>2 ) Precisa de algum conhecimento prévio para iniciar os estudos na área jogos?</strong><br />
É preciso ter vontade. Mas por incrível pareça, jogar muito também faz parte do aprendizado.</p>
<p><strong>3 ) O que seria a interface de um jogo?</strong><br />
Interface é o ponto de contato entre o ser humano, a máquina e o software, ou seja, o jogo. É o elemento liga o real com o virtual.</p>
<p><strong>4 ) Qual a importância de uma interface amigável para o jogador?</strong><br />
Uma interface amigável faz com que se jogue um game com mais facilidade e naturalidade. Uma boa interface de jogo é invisível, ou seja, o jogador nem percebe que está interagindo com ela.</p>
<p><strong>5 ) Qual o primeiro passo para fazer a interface de um jogo?</strong><br />
O primeiro passo para se desenvolver uma boa interface de jogo é começar com um projeto em papel. Tudo começa no papel, inclusive os jogos digitais.</p>
<p><strong>6 ) Quais os softwares que podem ser utilizados para fazer esta interface?</strong><br />
Software de ilustração vetorial e edição de imagens em bitmap, como Adobe Illustrator e Adobe Photoshop</p>
<p><strong>7 ) Até que ponto a escolha das cores e do visual do jogo é importante?</strong><br />
A cor transmite sensações e ajuda a criar o clima do jogo. Este clima precisa, necessariamente, ser transferido para a interface do jogo.</p>
<p><strong>8 ) Quais seriam as dicas que você daria para quem quer iniciar na área?</strong><br />
Estudar, procurar uma boa universidade, jogar muito e ler o GameReporter.</p>
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		<title>Experiência de jogo está mais profunda</title>
		<link>http://www.dolemes.org/2008/11/06/experiencia-de-jogo-esta-mais-profunda/</link>
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		<pubDate>Thu, 06 Nov 2008 14:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Dolemes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>As grandes franquias (séries) de games, como Halo e GTA são uma das novas forças que movimentam a indústria do entretenimento, ganhando mais destaque que franquias cinematográficas e até de bandas. Entrevista concedia a Jocelyn Aurrichio, para o caderno <a href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=13638" target="_blank">Link, do Estadão</a> (O Estado de S. Paulo).</p> <p>A entrevista não foi usada na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As grandes franquias (séries) de games, como Halo e GTA são uma das novas forças que movimentam a indústria do entretenimento, ganhando mais destaque que franquias cinematográficas e até de bandas. Entrevista concedia a Jocelyn Aurrichio, para o caderno <a href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=13638" target="_blank">Link, do Estadão</a> (O Estado de S. Paulo).</p>
<p>A entrevista não foi usada na íntegra, como é normal na grande imprensa, algumas respostas foram citadas na matéria do grande Jô.</p>
<p><strong>ESTADÃO: Em sua opinião, quando os games ganharam essa notoriedade pública?</strong><br />
<strong>Dolemes:</strong> Desde que Space Invaders foi lançado no 1978 no Japão pela Taio, os games vem ganhando cada vez mais notoriedade pública. Citei justamente o Space Invaders, pois o game (o arcade na verdade) foi responsável pela escassez temporária de moedas de 100-yen no Japão. Já li em alguns lugares que o governo teve que aumentar a produção de moedas. Creio que este fato foi o ponto de partida para a grande notoriedade pública dos games.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> E quanto a Mario e Sonic, como você vê a exploração de suas franquias? É exagerado ou na medida?</strong><br />
<strong>Dolemes: </strong>Mario e Sonic já fazem parte da cultura do videogame. São ícones culturais e serão explorados por muito tempo ainda. Eu vejo como uma exploração exagerada, mas com certeza está longe do final, pois são franquias fortes que ainda vendem muitos jogos.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> Você acha que games hoje são maiores que bandas, filmes ou times de futebol? Por quê?</strong><br />
<strong>Dolemes:</strong> É fato notório que os games crescem a cada dia. Falar em faturamento é repetir o que é dito sempre: que a indústria de games fatura mais que as bilheterias de Hollywood. Contudo, bandas e times de futebol são assuntos muito explorados pela grande mídia, ou seja, estão sempre na televisão, nos grandes jornais. O game ganha mais espaço a cada dia, começa a figurar com mais freqüência na grande mídia e é pauta diária nas conversas de qualquer adolescente. Não demorar muito para os games serem maiores que bandas e também times de futebol.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> Quais franquias você acha que ganharam o estado de imortalidade?</strong><br />
<strong>Dolemes:</strong> Creio que Mario e Sonic, já citado anteriormente, são franquias imortais. Eu juntaria as essas franquias: Fifa, Need for Speed e até Guitar Hero, que tem tudo para se tornar uma franquia imortal. Quer não quer ser um Deus do Rock?</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> Qual o motivo das franquias de games estarem crescendo tanto em popularidade e importância na cultura pop?</strong><br />
Dolemes: O videogame está tão presente na vida das pessoas hoje em dia quanto o disco de vinil estava na geração dos nossos pais (não vou falar da minha pois sou do tempo do CD). Ipod, celular, MP3, Orkut, Videogame&#8230; são todos ícones da cultura pop do século XXI. O videogame é mais um item. E as franquias crescem de popularidade e importância, pois marcam presença na vida das pessoas, oferecendo entretenimento de qualidade com comodidade. A comodidade faz com que as pessoas fiquem mais tempo em casa jogando. Creio que parte desta comodidade acontece em função da violência urbana também.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> E quais franquias pisaram na bola, abusando da notoriedade?</strong><br />
<strong>Dolemes:</strong> Acho que iD Software e a Activision pisaram feio na bola ao apostar no filme Doom. Filme ruim que se aproveitou da notoriedade do famoso game.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> Quais empresas tratam bem suas franquias, e quais abusam demais?</strong><br />
<strong>Dolemes:</strong> Vejo que a Nintendo trata suas franquias com muito cuidado, apesar de abusar do Mario (no bom sentido, claro). A Electronic Arts, me parece, às vezes se mostra no limite de uso (ou abuso) das franquias, mas não vejo com um caso crítico ainda.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> Em sua opinião, a exploração exagerada de alguns temas, como Segunda Guerra, é consequência da falta de criatividade da indústria ou é parte de uma ganância incontrolável?</strong><br />
Dolemes: Creio que nem uma coisa e nem outra. Não gosto muito de fazer analogias com o cinema, mas quantos filmes sobre a Segunda Guerra existem? Quantos bons e quantos ruim? Na maioria da vezes as temáticas se repetem, seja no cinema, tv, animação ou game. Contudo, em algumas ocasiões, aparecem pontos fora da curva, como o caso do Brain Age para para Nintendo DS.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> Quanto aos jogos de esporte, como Fifa e W11, você acha que a atualização anual dos títulos acaba explorando demais a franquia, enfraquecendo o conceito do jogo e prejudicando a lealdade dos fãs?<br />
Dolemes:</strong> Depois que mudaram a jogada de linha de fundo do Fifa 97 (se não me engado), comecei a ver as coisas com outros olhos. No Fifa 97, jogada de linha de fundo era gol na certa. O jogo ficava fácil para quem dominava 6 ou 7 jogadas prontas. Hoje a dificuldade cresce a cada nova versão e isso é conseqüência direta de pesquisa e avanços tecnológicos. Eu vejo tais avanços como elementos de fidelização de fãs e novos usuários. Hoje jogos de esporte estão cada vez mais reais, quase emulando uma partida real. Creio que não prejudica a lealdade dos fãs. Mas claro, posso estar completamente errado. Quem discordar, manifeste-se!</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> Você acha que as pessoas podem acabar deixando a emoção tomar conta quando defendem suas paixões? Um jogador foi esfaqueado na fila de espera do GTA IV, na Inglaterra, pessoas acampam na frente de lojas&#8230; Esse é um fenômeno isolado ou realmente os jogadores se deixam levar?</strong><br />
<strong>Dolemes:</strong> O problema consiste em misturar o real com o virtual. É comum ver fãs de qualquer coisa, seja uma banda de rock, futebol e até videogames acompanhar com comprar ingressos, comprar o consoles antes que tudo mundo&#8230; isso é um fato que dá para entender, pois está relacionado com o gostar, ser fã. Agora, quando a violência das dos mundos dos bits e chegam ao mundo dos átomos, fica tudo mais complicado, pois quem gera tais ações já não conseguem dissociar realidade de virtualidade. E é justamente fatos como esse que são explorados por alguns pesquisadores e até mesmo pela grande mídia.</p>
<p><strong>ESTADÃO: O cinema tem se alimentado de quadrinhos e animes para continuar interessante. Você acha que o game é uma forma de entretenimento de massa genuinamente novo? Por quê?</strong><br />
<strong>Dolemes:</strong> O game é uma forma de entretenimento genuinamente &#8220;novo&#8221; pois conta com dois elementos essenciais que dão aos games esse título: interatividade e desafio. A interatividade é um recurso inerente às novas mídias e o desafio é o que move qualquer game.</p>
<p><strong>ESTADÃO:</strong><strong> E quanto tempo será que o cinema levará para fazer bons filmes baseados em games? O que falta?</strong><br />
<strong>Dolemes:</strong> Pois é. Acho que falta um bom diretor que seja fã de game fazer um filme com tesão. Hoje temos muitos filmes baseados em heróis de quadrinhos. E mesmo os filmes de quadrinhos, existem os bons e ruins. Um exemplo rápido e fácil: a trilogia do Homem-Aranha é sensacional. Já o filme do Cavaleiro Fantasma é um desastre. Quem sabe se o Sam Raimi, o diretor de Homem-Aranha, não fará nenhum filme baseado em game no futuro? Vamos esperar.</p>
<p><strong>David de Oliveira Lemes</strong> | <strong>Dolemes</strong> | <a href="http://meadiciona.com/dolemes/" target="_blank">http://meadiciona.com/dolemes/</a></p>
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