bienal do livro

Games, literatura e educação

No dia 25 de agosto, às 17h. estarei na Bienal do Livro de São Paulo para falar de Games e Literatura junto com a Flávia Gasi e Daniel Pelizzari. Apareçam!

Conversas descontraídas e informais sobre RPG, games, cosplay, quadrinhos, vlogs e blogs, mangás e outras formas de narrativa

Games e literatura

Flávia Gasi, David de Oliveira Lemes e Daniel Pelizzari: os especialistas em jogos digitais, a jornalista Flávia Gasi, e o professor da PUC de São Paulo, David de Oliveira Lemes, falam sobre a relação entre games e literatura, com a participação do escritor e colunista da Folha de S. Paulo, Daniel Pelizzari, autor de “Digam a Satã que o Recado Foi Entendido”.

25/08, segunda, às 17 horas. Mais informações, aqui. A programação completa também pode ser acessada no site do Sesc São Paulo.

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E para quem se interessa pelo tema Games e Educação, estarei no mesmo dia no stand da Abrelivros falando sobre o tema.

Mesa redonda: Games e Educação

Data: 25/08 | Horário: 19h30
Debatedores:
David Lemes – professor e chefe do Departamento de Computação da PUC-SP e Mario Lapin – diretor da Virgo Games
Mediador: Fernando Moraes Fonseca – gerente de Inovação e Novas Mídias da Editora FTD

Resumo: os últimos anos têm anunciado importantes mudanças na educação, especialmente na educação escolar. As tecnologias de informação e comunicação e a cultura digital estão chegando à sala de aula de diversas formas, impulsionadas pela incorporação de novas práticas sociais pela atual geração de estudantes que faz o ciclo básico. Entre as práticas mais disseminadas, encontramos os games. Já não se trata apenas de alguns “fanáticos” cruzando as madrugadas defronte uma tela com seu jogo preferido, mas de uma forma de estruturar uma experiência baseada na ludicidade que se dissemina e atinge ​​e, de certo modo, a todos.

A “gamificação” está presente em grande parte das interfaces digitais e consolida-se quase como uma linguagem universal de fácil entendimento pelas crianças e jovens, mas também é capaz de atrair gente bem mais crescida! Afinal, o que esse universo de inovações pode representar para a educação? É possível aprender mais e melhor com os games ou trata-se apenas de mais um modismo? O jogo é só uma brincadeira ou deve ser levado a sério? Como tem sido inserido na escola? Podemos realmente conceber um plano de desenvolvimento de competências e conhecimentos com base em jogos? Quais reflexões críticas são relevantes para que games na escola resultem em melhoras na aprendizagem?

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